Dor Lombar

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Lombalgia aguda

A maioria das lombalgias é do tipo aguda, que dura alguns dias a semanas. Os episódios dolorosos, muitas vezes, se resolvem com menos de 14 dias, sem perda de funcionalidade.

A maioria das causas é mecânica (alterações posturais, degenerativas, ou contraturas), ou seja, alterações na biomecânica da coluna (coluna vertebral, ligamentos, musculatura, discos, nervos, etc). Acontece após esforço físico ou traumas e a dor costuma ser forte. Mais frequente em jovens, após atividades físicas, trabalhos extenuantes ou má-postura.

 

Lombalgia subaguda

A dor lombar subaguda é definida como dor que dura entre 4 e 12 semanas.

 

Lombalgia crônica

A dor lombar crônica é definida como dor que persiste por 12 semanas ou mais.

Um quinto das pessoas com dor lombar aguda podem evoluir para dor lombar crônica. Eventualmente, o tratamento conservador melhora a dor, mas em outros casos a dor recorrente precisa de tratamento médico.

Muitas vezes ela se comporta quase de maneira permanente e atrapalha a qualidade de vida cotidiana. Comum em indivíduos com 50 anos ou mais. Os diagnósticos comuns incluem lombalgia músculo-esquelética – dor lombar pela síndrome dolorosa miofascial, hérnia de disco, degeneração do disco, artrose interapofisária, distensão muscular, polimialgia, estenose da medula espinhal, compressão por fratura devido a osteoporose, e artrites (osteoartrose, artrite reumatoide, artrite psoriásica).

Cuide da sua musculatura abdominal e paravertebral, que auxiliam muito a estabilizar e poupar a coluna!
Faça atividade física, se puder e se a dor for leve a moderada, não pare, pois a inutilização traz atrofia e cada vez mais a dificuldade aumenta para que aconteça a recuperação plena da região muscular envolvida.

 

Davi Feldmann

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Dor Cervical

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A cervical tem afastado muitas pessoas de suas atividades, como trabalho, esporte tarefas simples. Digitar, dirigir e assistir à TV, tornam-se os momentos sobre os quais os pacientes relatam maiores desconfortos.

A região cervical possui conexão direta ou indireta com diversas partes do corpo, como a cabeça, o ombro, a caixa torácica e a região lombar. Serve de base de sustentação e aumenta a amplitude de movimento de flexão, extensão, rotação e inclinação do crânio sobre a primeira vértebra cervical – C1. Faz ligação com o ombro por meio dos músculos que interligam a escápula e a clavícula com o pescoço.

O posicionamento da região lombar e torácica contribui para um bom ou mau posicionamento da cervical. Fora sofrer influência de todos os segmentos já comentados, alguns músculos da cervical reagem com pontos de tensão mediante estresse. Doenças crônico-degenerativas como hérnia de disco e artrose facetária não costumam ter somente uma causa, mas um conjunto de fatores: má postura ao trabalhar, ler ou assistir a TV, sedentarismo, disfunções em articulações relacionadas com a cervical, movimentos repetitivos, estresse e fatores genéticos.

Após um período com algumas dessas alterações, aparecem os primeiros sintomas e, se não tratados, podem causar dores muito fortes e incapacitantes.

 

Faça atividade física, alongamentos, acupuntura médica – vais melhorar!

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